façamos hoje, dia que nada glorifica o nosso Portugal, um apanhado inglório e bruto, dos pecadores da nossa terra!
comecemos pelo topo, por quem nos governa e nos envergonha, que sirvam, deste modo, como motor de arranque a este grito do ipiranga, a este sem fim de lágrimas feitas palavras. falemos da sua oratória reles e deplorável, sublinhemos os seus discursos ocos e utópicos, reforcemos o escandaloso alheamento da realidade social em que vivem estes pobres doutores, que nada têm de pobres e, quiçá, certas vezes, nem de doutores!
um dia comem caviar, no seguinte estão na praça pública a proclamar igualdade. no vigésimo quinto dia de Abril assinalam a evolução aliada à revolução, dia 26 estão, esquerda e direita, a votar por um director autocrático no ensino!
pergunto-me o que sobrou a estes senhores da igualdade, fraternidade e liberdade francesas? possivelmente só e apenas a fraternidade e esta, irremediável e expectavelmente, associada às eleições e ao desejo intrínseco no ser humano de poder absoluto.
comecemos pelo topo, por quem nos governa e nos envergonha, que sirvam, deste modo, como motor de arranque a este grito do ipiranga, a este sem fim de lágrimas feitas palavras. falemos da sua oratória reles e deplorável, sublinhemos os seus discursos ocos e utópicos, reforcemos o escandaloso alheamento da realidade social em que vivem estes pobres doutores, que nada têm de pobres e, quiçá, certas vezes, nem de doutores!
um dia comem caviar, no seguinte estão na praça pública a proclamar igualdade. no vigésimo quinto dia de Abril assinalam a evolução aliada à revolução, dia 26 estão, esquerda e direita, a votar por um director autocrático no ensino!
pergunto-me o que sobrou a estes senhores da igualdade, fraternidade e liberdade francesas? possivelmente só e apenas a fraternidade e esta, irremediável e expectavelmente, associada às eleições e ao desejo intrínseco no ser humano de poder absoluto.

