28 março, 2009

uma geração decadente,
estupidificada por este paradigma que é o de ficar pelo suficiente
não permitirei decerto que me conduzis em direcção a essa vossa involução que só vos trará descendentes estéreis de valores
não há como fugir ao equilíbrio.

15 comentários:

Afonso disse...

Hoje em dia o suficiente chega, infelizmente.
*

AnaLuísa disse...

não o permitas :x
luta sempre para alcançares a tua auto-realização. isso é que é o importante ..

descendentes estéreis de valores - wow davi :) *

'stracciatella disse...

É o tal contentamento descontente. :/

lardopensamento disse...

tenta ser diferente e verás que afinal não és mais que um voluntário soldado da geração, a decadente...

Pedro Antônio disse...

Oi, David:

Acho lindas as coisas que você escreve. Me identifico muito com tudo.

Parabéns!

Volta lá mais vezes.

Abração forte.

Pedro Antônio - A TORRE MÁGICA - www.atorremagica.blogspot.com

Alexandra disse...

Nos dias de hoje o conformismo é (demasiado) vulgar. Fazes bem em não ir atrás :)

Beijinho *

Davi(d) disse...

Percebo de onde vêm o conteúdo deste texto companheira.
E é pura verdade aquilo que escreveste!

AnaLuísa disse...

só agora ao reler é que me apercebi que não foi o davi a escrever -.-

gostei do texto nameless :) *

» disse...

Que texto bonito e totalmente verdadeiro(:
Eu nestes ultimos tempos não me tem apetecido nada tirar fotografias, ainda peguei na maquina mas como não saiu nada "decenete" desisti logo, até hoje. Pode ser que com este bocado de tempo parado me faça trazer ideias novas (:
Muito obrigada e Boas férias para ti também :D

Paladar disse...

Uauu, adorei David :)

Paladar disse...

Obrigado, David. Vou começar a ser leitora assídua deste espaço :)

Beijinho

Rita disse...

eu diria antes, não há como fugir ao desequilíbrio. :p

Joana Éme. disse...

o equilibrio é tão mais que suficiente!

as tuas palavras são tão mais que isso: arte, aqui.

P. disse...

O desiquilibrio está bem mais marcado que o equilibrio , infelizmente.


Aos poucos foge-se á tristeza daquele texto.
Aos poucos , Esquece-se.

Ana Moreira disse...

Os teus textos são imortais, Rita!